Cinco livros para os fãs de Madmen

Com o final da aclamada série Mad Men, muitos fãs sofreram com a abstinência de Don Draper em seu dia a dia. Para matar a saudade do clima, da época e dos conflitos apresentados no programa, preparamos uma lista de livros que vão te levar de volta aos esfumaçado escritório do publicitário para um último drink entre amigos.

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A mulher de hoje, de Helen Gurley Brown

Escrito antes de se transformar em editora-chefe da revista Cosmopolitan, o livro de Helen Gurley Brown é um guia para jovens mulheres que vai de moda até a maneira correta de se manter um caso amoroso. Apesar de não ter sido mencionado explicitamente na série, a obra provavelmente fazia parte da biblioteca das secretárias e recepcionistas da SCDP.

 

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Um homem só, de Christopher Isherwood

Este clássico de Christopher Isherwood segue um dia na vida de George, professor britânico na Califórnia, que sofre com a perda do seu companheiro Jim.

Inovador em sua discussão aberta sobre homossexualidade, Um Homem Só ilustra conflitos semelhantes aos que Salvatore enfrentou em sua vida.

 

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O álbum branco, de Joan Didion

O artigo título é o grande destaque desta coleção. Joan Didion captura perfeitamente o clima de tensão dos anos 60 criado pela classe média alta americana.

Embora tenha sido publicado tarde demais para ter aparecido em algum episódio, o trabalho de Didion cobre parte do final dos anos 60, como os assassinatos dos Manson, brevemente citado no seriado.

 

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Confissões de um publicitário, de David Ogilvy

Escrito pelo “pai da publicidade”, a visão de Ogilvy sobre a construção de uma agência ainda é relevante nos dias de hoje.

Publicado em 1963, o livro aparece na terceira temporada quando Don e seus sócios contemplam a possibilidade de abrir uma agência nova, a Sterling Cooper Draper Pryce.

 

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O homem no terno de flanela cinza, de Sloan Wilson

Tom Rath volta para casa depois da Segunda Guerra Mundial para um frustrante trabalho de relações públicas em uma rede de TV, enquanto cria uma vida melhor no subúrbio para sua família. Apesar do livro não aparecer em Mad Men, o descontentamento de Rath com a América empresarial confirma o que Don achava desagradável sobre trabalhar na McCann-Erickson.

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