Cinco livros de crônicas sobre amor e relacionamentos

Para onde vai o Amor?
Carpinejar apresenta 42 textos sobre amor, desilusão amorosa, casamento, divórcio, saudade e outros sentimentos que compõem os relacionamentos. Gosta desses tipo de assunto? Então você não pode deixar de ler este livro.

Trinta e oito e meio
Estas crônicas, reflexões e desabafos, escritos com curiosidade sem fim, mas também com senso de humor, mostram os bastidores da cabeça e do coração de Maria Ribeiro. A atriz, que confessa, neste livro, o seu interesse (se não mesmo obsessão) pelas histórias dos outros, junta, em ‘Trinta e oito e meio’, textos que escreveu nos últimos anos, e que, com as ilustrações de Rita Wainer, formam um inesperado diário e um guia de viagem pela sua vida.

Simples assim
Martha é um dos poucos nomes da literatura brasileira em atividade a conjugar tão bem o macro com o micro: a vida contemporânea e suas impressões sobre um livro, Londres e uma lembrança da adolescência, um desastre aéreo do outro lado do mundo e o impacto de um filme, a saída dos filhos de casa e uma metáfora entre sutiãs e separações. Mas não é a vida justamente esse encontro, muitas vezes em rota de colisão, entre o macro e o micro? Nestas cem crônicas, transbordam a perspicácia, o olhar atento e a sensibilidade aguçada de uma das escritoras que melhor nos entende.

Meio intelectual, meio de esquerda
Um sofá encalhado no mangue, uma coifa uruguaia, os trocadilhos nos nomes dos pet shops, o bairro de Perdizes, o jogador Ronaldo, os mictórios cheios de gelo dos restaurantes, o salto mortal sem rede que o amor exige dos apaixonados, a casa de um morador de rua, um sorvete de cheesecake, o barulho das marretadas de um apartamento em reforma – eis alguns dos temas de “Meio Intelectual, Meio de Esquerda”, o livro de crônicas de Antonio Prata.

O Verme e Outras Histórias de Amor

O Verme e outras histórias de amor
O tema deste livro é amor. Não o amor fofinho, romântico. O amor sujo, escondido. Trágico e cômico. Mórbido e meigo. O amor de pai, de amante, o próprio, o mesquinho, o nobre. Todas as manifestações desta força da natureza que revela o que há de mais assustador e tocante em cada um de nós. Qualquer que seja o objeto deste sentimento avassalador, há apenas uma verdade: aquilo que amamos nos define.

 

Você já leu algum destes títulos? O que achou? Deixe sua opinião e participe da conversa. 

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