Livros incríveis com menos de 200 páginas

Tempo é o precioso, nós sabemos. Por isso, separamos uma lista de livros curtos e imperdíveis. Confira.

A Vegetariana – Han Kang
Este livro, da premiadíssima autora sul-coreana Han Kang conta a história de uma mulher que subitamente decide parar de comer, cozinhar e servir carne, uma decisão que destroçå suas relações familiares e expõe traumas, convenções e sonhos impossíveis. O estilo de Kang é impactante: poético, sedutor, perturbador e estranho. Uma obra que você não vai conseguir parar de ler.

Frankenstein, de Mary Shelley
Uma verdadeira obra de arte, este clássico explora os dilemas morais e sociais da exploração cientírica e as questões éticas e responsabiliades que nascem a partir dela. Leitura obrigatória para todo fã de ficção científica, até por ser a obra que inaugura o gênero.

Múltipla Escolha, de Alejandro Zambra
Esta obra, escrita por um dos mais brilhantes autores latino americanos da nova geração, desafia rótulos e convida o leitor a fazer partes da narrativa “desaparecerem”. Também nos convida a moldá-la do a partir do nosso próprio tempo e lugar. Um livro que vai sacudir suas percepções sobre como uma história pode ser navegada através das páginas de uma obra literária.

O Dragão do Norte, de Rodrigo Espírito Santo

Conheça Vera Crux, um país onde a pobreza e diferença de classes reina. Governada por um homem em franca decadência, manipulado pela Igreja, que está ávida por assumir o controle de tudo. Um lugar onde as mulheres não tem vez, nem mesmo as princesas… Até mesmo quando são treinadas para serem guerreiras.

É nesse ambiente que Lumi, uma filha de artesão, jovem, negra e extremamente inteligente ajudará Carlos, seu prepotente e narcisista irmão recém-nomeado cavaleiro, a enfrentar o temido Dragão do Norte, uma criatura vinda da mitológica Pandora, disposta a incendiar o reino até que nada reste.

Utilizando de elementos de steampunk e cultura pop, com seres mitológicos conhecidos em meio a mechas movidos a vapor, transformando o temido dragão em um verdadeiro kaiju, Rodrigo critica com acidez e bom humor as relações sociais e de poder, o desfavorecimento das minorias, o preconceito, o empoderamento e a superação num ritmo ágil, próprio para jovens e adultos, sem poupar a violência e sequências de ação ininterrupta que o gênero pede.

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